
terça-feira, 20 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
JORNAL ESCOLAR
Diversos são os tipos de Jornal Escolar:
Falado - Também chamado "hora da notícia" - é constituído de exposições orais, que devem ser breves, sobre temas sempre atualizados e de interesse geral da classe ou da escola.
Mural - deve ser de tamanho razoável, exposto em lugar bem visível, permitindo uma leitura rápida. Precisa ser constantemente renovado.
Circulante - um exemplar impresso ou mimeografado para cada leitor. Apresenta maior dificuldade de confecção e custo mais elevado.
O Jornal Escolar - pode ser confeccionado em seções. tal como os periódicos comuns.
Poderão fazer parte de um Jornal Escolar:
_ noticiário proveniente das diversas classes;
_ campanhas;
_reportagens sobre datas cívicas e sociais;
_ notícias relativas a personalidades que se destacam;
_ atualidades;
_informações sobre as Instituições Escolares e as atividades complementares;
_ entrevistas;
_ humorismo;
_ curiosidades;
_ cantinho dos pais;
_ figurinos;
_receitas.
Para a direção do jornal é necessário um grupo com atribuições definidas, o qual, sob a orientação do professor, possa selecionar e organizar a matéria, incentivando a colaboração de alunos de todos os níveis. O grupo se constituirá de: _ Diretor
_Secretário Geral
_ Redatores
_ Secretários de turma
_ Repórteres
_ Revisores
A escolha dessa diretoria deverá processar-se por meio de eleição. O professor orientará a turma para a seleção de elementos que apresentem qualidades necessárias ao desempenho das funções, tais como: iniciativa, senso de responsabilidade, organização, observação, atenção, ordem.
Professora - Maria Olindina*
Falado - Também chamado "hora da notícia" - é constituído de exposições orais, que devem ser breves, sobre temas sempre atualizados e de interesse geral da classe ou da escola.
Mural - deve ser de tamanho razoável, exposto em lugar bem visível, permitindo uma leitura rápida. Precisa ser constantemente renovado.
Circulante - um exemplar impresso ou mimeografado para cada leitor. Apresenta maior dificuldade de confecção e custo mais elevado.
O Jornal Escolar - pode ser confeccionado em seções. tal como os periódicos comuns.
Poderão fazer parte de um Jornal Escolar:
_ noticiário proveniente das diversas classes;
_ campanhas;
_reportagens sobre datas cívicas e sociais;
_ notícias relativas a personalidades que se destacam;
_ atualidades;
_informações sobre as Instituições Escolares e as atividades complementares;
_ entrevistas;
_ humorismo;
_ curiosidades;
_ cantinho dos pais;
_ figurinos;
_receitas.
Para a direção do jornal é necessário um grupo com atribuições definidas, o qual, sob a orientação do professor, possa selecionar e organizar a matéria, incentivando a colaboração de alunos de todos os níveis. O grupo se constituirá de: _ Diretor
_Secretário Geral
_ Redatores
_ Secretários de turma
_ Repórteres
_ Revisores
A escolha dessa diretoria deverá processar-se por meio de eleição. O professor orientará a turma para a seleção de elementos que apresentem qualidades necessárias ao desempenho das funções, tais como: iniciativa, senso de responsabilidade, organização, observação, atenção, ordem.
Professora - Maria Olindina*
domingo, 12 de junho de 2011
O HOMEM SÓ

Estranho mundo esse criado pela humanidade sintética exibida pela televisão e pelos sistemas de comunicação de massa.
É o mundo dos sentidos expostos, os nervos hipersensíveis que a pele não esconde e os neurônios não governam.
As novas criaturas inauguradas especialmente para funcionar neste mundo de cores chocantes e veias abertas mostram tudo sem o menor recato. Mostram o sexo emblemático junto com as armas da República, mostram os seios flácidos das gerações que um dia foram jovens, doces e, sobretudo, bárbaras. Mostram as contas correntes ocultas na Suíça. Só não mostram a própria cara. Isso não mostram nunca.
Ninguém conhece mais ninguém. Já não falo dos rostos desconhecidos que surgem à nossa frente, nos clubes, nas salas de aula, na cadeia do diretor. É normal que sejam inéditos semblantes, nunca dantes apresentados.
Quero saber das pessoas desaparecidas no mais íntimo de si mesmas.
Evadiram-se para lugares que não posso imaginar.
Fomos todos embora.
José para onde?
São as novas regras do admirável mundo que já não é tão novo, mas continua sintético e reservado às massas.
Nas ruas, as pessoas caminham em manadas tristes e apressadas, melancólicos cardumes sem rosto, correndo para casa, atraídas pela novela das nove...
Ninguém atrasa o passo nesse caminho de volta a lugar nenhum. Todos querem chegar mais cedo ao ponto de partida. Só não sabem explicar porque partiram, nem tampouco porque estão de volta.
Lembro-me de Virginus da Gama e Melo bebendo sozinho na primeira mesa da Churrascaria Bambu. A solidão de Virginus era acompanhada pelo resto do mundo. Era por isso que ele podia não ter ninguém por perto, mas nunca estava sozinho. Tinha a humanidade em seu redor.
Naquele tempo, a humanidade éramos todos nós, que nos olhávamos nos rostos e nos conhecíamos pelos nomes próprios, cruzando uns com os outros nos ônibus do Roger ou nas calçadas da Rua Direita.
Hoje, a humanidade já não tem endereço certo e, em seu meio já não admite pessoas comuns.. Também já não precisa de companhia, perdida na multidão programada. Ela é feita de símbolos estranhos ao homem simples, ilustrada pelos gestos calculados para impressionar a mídia e fotografada em genitálias que revelam uma coisa : expostas assim, podem servir para tudo neste mundo, só não servem mais para fazer amor.
Tudo passou a fazer parte desse universo descartável, biodegradável, reciclável, aluminizado, frio, escovado em vidro e aço. É bastante usar uma vez. Mas, cuidado - não esqueça a camisinha. Pode usar e abusar. Dispensa-se o uso do amor.
Dispensa-se a humanidade.
Dispensa-se o homem.
Dispensa-se a mulher.
****************
Luiz Augusto Crispim - Colunista
SUGESTÕES PARA UM PLANEJAMENTO SEMANAL
Dias -
13/06
1 º Atividade -
- Atividades de Rotinas:
. Hora das Novidades,
. Planejamento Cooperativo das
atividades do dia.
2 º Atividade -
. Produção de texto sobre
a história do gatinho Xerxes
. Comentário oral
. Escrita da composição pelos alunos
3 º Atividade -
- Noção de metade
. Levar uma laranja e partir em metades;
. Mostrar metades em figuras geométricas;
. Trabalhar com fichinhas.
4º Atividade -
. Merenda - Recreação - Volta à calma
5 º Atividade -
. Leitura de notícia de jornal: "Morre o Senhor Democracia".
. Comentários
6º Atividade -
. Planejamento cooperativo, prof./alunos sobre A"Semana da Asa".
. Como vamos fazer o estudo?
. Lendo textos e ouvindo histórias;
. Realizando entrevistas;
. Elaborando relatórios;
. Confeccionando cartazes ilustrativos;
. Excursão ao aeroporto.
7º Atividade -
. Avaliação das atividades do dia;
. Auto - Avaliação, oral e/ou escrita;
. Tarefa para casa.
***********************************************
14/06 -
1 º Atividade -
- Atividades de Rotinas - Hora das Novidades, Planejamento cooperativo das atividades do
dia.
2 º Atividade -
. Ouvir a história de Albert Santos Dumont;
. Comentários;
. Levantamento de situações- problemas, prof./alunos:
por que o avião voa?
qual foi o 1º avião de Santos Dumont?
qual foi o menor aeroplano construído por Santos Dumont?
como os parisienses o denominaram?
etc., etc., etc.
- 3º Atividade -
. Continuação da noção de metade;
.Exercício de fixação.
- 4º Atividade -
. Merenda - Recreação - Volta à calma.
- 5º Atividade -
. Confecção de um gráfico sobre: Meu progresso em ortografia;
- 6º Atividade -
. Desenho sobre aviões;
. Colocar legendas.
7 º Atividade -
.Avaliação das atividades do dia;
. Auto-avaliação;
. Tarefa para casa.
E assim continuar com os outros dias da semana.
FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!!
Professora Olindina*
sábado, 4 de junho de 2011
Retrato de Mauro Mota
Por acaso vivem de brisa os poetas?
Há pedreiras imensas a quebrar
*************************************************
Os olhos vivazes a espelharem a inteligência abrangente, a fala tensa, o bom humor e o chiste à flor da pele, a gentileza como uma sedutora magia. Eis como revejo, em seus 100 anos, o poeta Mauro Mota, a quem desde menino conheci em carne, osso e alvoroço.Pela janela do tempo, ei-lo a mover-se como a brisa do Recife. Menos brisa que vento ligeiro a transitar rumo a um mundo melhor e mais feliz, longe das dores e das elegias, dos itinerários das obrigações, dos espelhos que se partem..., mas sempre perto do Capibaribe,da infância, do Recife dos domingos de sol e das chuvas eternas para as quais continua estendendo a mão.Perto, fiel à sua terra, atento às criaturas, aí incluídos os bichos que vivem ou não em nossa fala, e atento à história social, pois sem ela, que seria dos homens em sua procissão rumo à contigência e à voracidade da morte? Disfarça -se o sofrimento no rosto do poeta. Também está ausente o suor cotidiano, o labor diário. É preciso ganhar o pão de cada dia, mesmo que o diabo o amasse com aborrecimentos e dificuldades. Por acaso vivem de brisa os poetas? Há pedreiras imensas a quebrar. De onde vem essa estúrdia ideia à cabeça de muitos? O poeta luta como todos os homens e abraça-se à sua criação como a uma amante por entre as grades da vida prosaica. Calado, o poeta espera o seu prêmio maior. Não o das academias ou de outras instituições, mas o de viver na memória dos homens. É preciso conhecer de cor (de coração) as palavras ditadas pelo amor e saber que circulam como o ar mais doce e benfazejo. Essa é a corrente sagrada da palavra. Ninguém pode detê-la, pois através dela se respira o que merece viver para sempre. Move-se o retrato, insufla-se de vida, recusa-se ao lugar-comum das saudades eternas. O melhor retrato talvez seja este: incompleto, fugídio, sem a moldura dourada ou cinza dos órgãos oficiais, mas tão presente e vivo que nunca nos diz adeus. Para o vermos assim, entre o rumor da vida de hoje e o súbito retorno da vida de ontem, basta pintá-lo em segredo, escrevendo em nossa agenda o misterioso encanto da palavra "encontro".
Paulo Gustavo, escritor e mestre em teoria da literatura
Há pedreiras imensas a quebrar
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Os olhos vivazes a espelharem a inteligência abrangente, a fala tensa, o bom humor e o chiste à flor da pele, a gentileza como uma sedutora magia. Eis como revejo, em seus 100 anos, o poeta Mauro Mota, a quem desde menino conheci em carne, osso e alvoroço.Pela janela do tempo, ei-lo a mover-se como a brisa do Recife. Menos brisa que vento ligeiro a transitar rumo a um mundo melhor e mais feliz, longe das dores e das elegias, dos itinerários das obrigações, dos espelhos que se partem..., mas sempre perto do Capibaribe,da infância, do Recife dos domingos de sol e das chuvas eternas para as quais continua estendendo a mão.Perto, fiel à sua terra, atento às criaturas, aí incluídos os bichos que vivem ou não em nossa fala, e atento à história social, pois sem ela, que seria dos homens em sua procissão rumo à contigência e à voracidade da morte? Disfarça -se o sofrimento no rosto do poeta. Também está ausente o suor cotidiano, o labor diário. É preciso ganhar o pão de cada dia, mesmo que o diabo o amasse com aborrecimentos e dificuldades. Por acaso vivem de brisa os poetas? Há pedreiras imensas a quebrar. De onde vem essa estúrdia ideia à cabeça de muitos? O poeta luta como todos os homens e abraça-se à sua criação como a uma amante por entre as grades da vida prosaica. Calado, o poeta espera o seu prêmio maior. Não o das academias ou de outras instituições, mas o de viver na memória dos homens. É preciso conhecer de cor (de coração) as palavras ditadas pelo amor e saber que circulam como o ar mais doce e benfazejo. Essa é a corrente sagrada da palavra. Ninguém pode detê-la, pois através dela se respira o que merece viver para sempre. Move-se o retrato, insufla-se de vida, recusa-se ao lugar-comum das saudades eternas. O melhor retrato talvez seja este: incompleto, fugídio, sem a moldura dourada ou cinza dos órgãos oficiais, mas tão presente e vivo que nunca nos diz adeus. Para o vermos assim, entre o rumor da vida de hoje e o súbito retorno da vida de ontem, basta pintá-lo em segredo, escrevendo em nossa agenda o misterioso encanto da palavra "encontro".
Paulo Gustavo, escritor e mestre em teoria da literatura
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